Armas de eletrochoque e os efeitos fisiológicos da corrente elétrica

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Imagine uma barragem que faz a contenção de um grande volume de água, e que através de um controle permite a passagem de um filete muito discreto de água. Esta é uma analogia ao funcionamento das armas de eletrochoque: um dispositivo elétrico que armazena energia e a dispara, quando um gatilho é acionado. Alta tensão e baixa corrente.

Existem dois modelos mais conhecidos para as armas de eletrochoque: um em que a arma deve ter contato direto com o alvo (como o da figura) e outro em que a arma dispara dois condutores com eletrodos nas pontas, que se fixam na roupa do alvo, e através dos quais a corrente flui.

Em tese, a corrente elétrica destas armas deveria apenas causar uma paralisia temporária muscular, pela contração involuntária dos músculos, sem maiores riscos de morte. Contudo, existem diversos fatores que estão relacionados com os efeitos fisiológicos da passagem de corrente elétrica no organismo humano:

– Percurso da corrente (o que envolve os membros superiores é o mais perigoso)
– Concentração de álcool no organismo (quanto maior a ingestão de álcool, maior o perigo)
– Idade
– Estado da pele (seca ou molhada)
– Duração do choque.

Por isso, é uma arma que em certas condições pode sim levar à morte.

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