Disjuntores a vácuo vs a SF6

Disjuntores a vácuo x SF6

Nos disjuntores a vácuo, na câmara onde há manobra de fechamento/abertura dos contatos elétricos há ausência de ar ou outro fluido através do qual o arco possa se formar (vácuo); durante a manobra, os elétrons que formariam a passagem da corrente elétrica entre os contatos (e que sustentariam a formação do arco), não encontram um meio pelo qual possam estabelecer a corrente, e voltam a se depositar sobre os contatos, evitando o arco. Com isso, este tipo de funcionamento oferece uma grande segurança de operação (não emite gases); requerem mínima manutenção, com vida útil extremamente longa; podem realizar religamentos automáticos múltiplos; a capacidade de interrupção de corrente de curto-circuito é mais elevada, para níveis mais elevados de tensão (devido à rápida recuperação da rigidez dielétrica do meio).

Nos disjuntores isolados a SF6, na câmara onde ocorre o arco, os contatos estão imersos em SF6, um gás que se comporta como gás nobre (inerte); suas propriedades dielétricas têm um comportamento superior se comparado a outras tecnologias, como ar comprimido e óleo mineral. Geralmente são mais compactos que os disjuntores a vácuo, têm atuação muito rápida se comparado a outras tecnologias. Um inconveniente é que a pressão do SF6 deve ser constantemente monitorada, e a maioria dos fabricantes configura um intertravamento que bloqueia a atuação do disjuntor caso a pressão do gás esteja inferior ao valor nominal, por motivos claros de segurança.

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